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Author: cshealth

Quando se chega aos 50 anos, muita coisa muda, para a maioria das mulheres. Parece que é quase impossível respirar sem engordar. Basta olhar para um queque e já se sente a barriga a crescer. Aquelas calças que antes nos deixavam um traseiro de respeito, agora parece que têm tecido de sobra. Ou seja, fazer 50 anos é o começo do declínio feminino.  Só que não. É perfeitamente possível contrariar a desaceleração natural do metabolismo e consequente perda de massa muscular, acompanhada por um aumento indesejado de massa gorda, espalhada pelos sítios mais ingratos, com algo que junta duas variáveis perfeitamente controláveis por qualquer mulher. Quais são essas duas maravilhas que nos vão permitir continuar fantásticas por muitos anos? Quem adivinha? Alimentação saudável (não é o mesmo que dietas restritivas), e musculação. “Oh, mas eu não quero ficar com muito músculo, não quero

Não é novidade que, a dada altura da sua vida, uma grande fatia da população, dos países desenvolvidos, se vai debater  com problemas de excesso de peso e vai procurar uma forma de baixar esse peso. Num estudo feito com 100 pessoas, conclui-se que: Só 20 conseguiram, realmente perder peso  Só  4 pessoas conseguiram manter  o peso perdido Ora, com uma taxa de sucesso de apenas 4%, é importante perceber qual a estratégia a adotar para conseguir atingir o objectivo pretendido. Uma dieta de restrição calórica, por si só, não é sustentável no tempo. Assim o exercício físico desempenha um papel fulcral na perda de gordura.  88% das pessoas que tiveram sucesso na perda de peso, de forma sustentada, praticavam actividade física. Se acompanhados por um profissional , tiveram 50% mais resultados  do que sozinhos. Porque é que é importante este acompanhamento? Porque é

O processo de perda de peso (ou seja, queimar massa gorda) vs o de ter um corpo tonificado, com definição muscular (não confundir com hipertrofia), mais forte e mais saudável, são diferentes, mas podem e devem andar lado a lado. Ficam aqui algumas orientações para te ajudar no mesmo: Regista as tuas medidas periodicamente, cria um registo dos teus treinos, toma nota das tuas reações fisiológicas e emocionais (podes usar um gadget para te ajudar a ter uma maior consciência do teu batimento cardíaco, tensão arterial, qualidade de sono, etc). Não te fixes muito num número na balança. Registar as medidas, ver como te assenta a roupa, vestir um número abaixo do habitual e teres mais energia, são indicadores mais fidedignos de que estás no caminho certo do que a balança. Presta muita atenção ao que comes. Deves alimentar o teu

Com a actual situação mundial, multiplicam-se as aulas grátis online, os lives, etc e de repente está toda a gente a treinar em casa, inclusivamente pessoas sem grandes hábitos desportivos anteriores. Se por um lado isto é positivo, porque ajuda a manter o nível de actividade física, que é essencial também para o bem-estar mental, por outro lado pode trazer alguns efeitos nocivos, sobretudo para os menos habituados a estas andanças.   Cuidados a ter para treinar em casa, sozinho: Perceber qual o seu limite. De nada serve querer fazer uma aula de Crossfit, em casa, ou um treino de alta intensidade, se não está habituado aos mesmos; Escolher um local adequado para treinar. É importante ter espaço suficiente para conseguir fazer os exercícios à vontade, com segurança e sem partir nada lá em casa; Saber que há algumas condicionantes, que podem influenciar

Há medida que este período de isolamento social se vai prolongando, é muito provável que se comecem a sentir alguns picos de stress e desconforto. É necessário arranjar ferramentas que nos ajudem a combater estes sentimentos e a tentar alcançar um bem-estar mental, para que o nosso bem-estar físico também fique pleno. Aqui ficam algumas das nossas sugestões: Exercita-te Aconchega-te com um bom livro Faz uma pausa das notícias negativas Ri/Sorri Faz um snack com comida saudável: chocolate negro, bananas, Barras Olimpo ou granola Doce Papoila Respira pausadamente durante 1 minuto Escreve 3 coisas pelas quais se sente grato

Nesta fase de isolamento, em que passamos mais tempo em casa, é fácil perdermos rotinas e esquecermo-nos de cuidar de nós e, em especial, do nosso sistema imunitário. E, mais do que nunca, precisamos de um sistema imunitário forte para fazer face a possíveis doenças. Por isso, como podemos fazer para fortalecer o nosso sistema imunitário naturalmente?   ALIMENTAÇÃO A alimentação é uma das estratégias que podem fazer toda a diferença, e, para tal, devemos privilegiar alimentos de verdade, ou seja, devemos evitar os alimentos processados, os açúcares e as gorduras trans. Devemos apostar numa alimentação rica em hortofrutícolas, que nos facultam uma grande variedade de vitaminas, minerais e fitoquímicos, que, por sua vez, ajudam a conseguir um sistema imunitário equilibrado. Manga, cenoura, abóbora, brócolos, couve, tomate, frutas vermelhas, são alimentos que activam o sistema imunitário. Kiwis, morangos, citrinos, e vegetais verde escuros, são ricos em vitamina

Todos sabemos que, às vezes, não é fácil manter a motivação para treinar, em alta. Manter um registo, tipo diário, de como se sente ao longo do tempo, quando treina regularmente, pode ajudar a manter essa motivação, enquanto ajuda a refletir sobre o seu progresso. Pode registar, por exemplo, os seus níveis de energia, a qualidade do sono, o seu humor e a forma como os exercícios vão ficando mais fáceis. Ficam algumas dicas de como monitorizar o seu progresso: Tirar fotos de frente, lado e trás, ajuda a perceber como vai evoluindo, sendo até um modo mais fiável de medir progressos do que a balança, que pode subir ou descer de acordo com a alimentação, noites mal dormidas, maior retenção de líquidos, etc, Tirar as suas medidas, ajuda a perceber que até pode parecer que não perdeu muito peso na balança